Adolfo Caminha, apesar de abolicionista e republicano em plena monarquia escravocrata, se formou na Escola da Marinha, ambiente em que situou o homossexual de seu romance naturalista Bom-crioulo. Cearense, nasceu em 1867 e teve uma infância difícil após a morte da mãe. Ao se apaixonar por uma mulher casada, escandalizou a sociedade, saindo da Marinha. Escreveu poemas, contos, artigos e romances. Morreu em 1897.